Fernando de Noronha não possui apenas belezas naturais. Quinhentos anos de história definitivamente deixaram sua marca na forma de inúmeros fortes, igrejas entre outras edificações que com certeza merecem uma visita. Há também locais como o Memorial Noronhense ou o Espaço Cultural Air France, onde você poderá aprender um pouco mais sobre a rica cultura do arquipélago. Entre os pontos que não podem deixar de ser vistos estão tanto a Fortaleza quanto a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios.



O Livro de Fernando de Noronha - Livro pioneiro sobre os bastidores sociais de Noronha, desde a época do presídio, até os dias atuais. O livro retrata a sociedade em todas as vertentes: meio ambiente, criação do Parque Nacional Marinho, mergulho, velejadores, pescadores, educação, comunidade, política, baía dos golfinhos, governo civil, governo militar, cultura, turismo sustentável etc. Está à venda nos principais estabelecimentos comerciais da ilha, na Livraria Cultura e também por envio pelos Correios. ( www.olivrodefernandodenoronha.com). É um livro de capa dura, 366 páginas, com 50 relatos, tamanho 21 x 29 cm. 

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Fortaleza Nossa Senhora dos Remédios – sua construção data de 1737, edificada sobre as ruínas do pequeno reduto holandês construído em 1629, é a maior das dez fortificações erguidas para a defesa da ilha, já serviu como presídio e como quartel. Tombada em 1961 e homenageada em selo pela ECT em 1975, de seus muros obtém-se linda vista do molhe de pedras na Baía de Santo Antônio, das praias próximas ao Morro do Pico.e da Vila dos Remédios.



Igreja de Nossa Senhora dos Remédios – principal templo católico, inaugurada em 1772, quando a Virgem dos Remédios foi tomada como padroeira do presídio, tombada em 1981, restaurada em 1988, revitalizada em 1997, adquirindo características identificadas na iconografia existente.


Centro de Visitantes/Museu Aberto da Tartaruga Marinha de Fernando de Noronha – situado na Al. do Boldró, inaugurado em março de 1996, vem reunindo grande parte dos turistas, especialmente à noite quando, a partir das 21:00h, acontecem palestras que abordam temas marinhos, de segunda-feira a domingo, tais como: Parque Nacional Marinho, Tartarugas Marinhas, Golfinhos Rotadores, Atol das Rocas, Tubarões, Ilhas Oceânicas e Mamíferos Marinhos, respectivamente.



Palácio São Miguel – arquitetura eclética, com vitral da escola do artista alemão Henri Moser e mobiliário de meados do século, construído sobre as ruínas da diretoria do presídio, é a sede administrativa do Distrito Estadual de Fernando de Noronha, guardando em suas paredes evidências dessa edificação anterior. Construído em 1947/8, tem à sua frente um monumento em homenagem aos aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral que sobrevoaram o Atlântico em 1922.


Memorial Noronhense/Espaço Cultural Américo Vespúcio – possui um pequeno acervo de obras e documentos de valor histórico que abrange todas as fases de descobrimento, abandono e ocupação definitiva da ilha, instalado numa construção do século XIX, restaurada em 1998 e o Arquivo Histórico Noronhense contendo documentos da colônia correcional, do presídio político e do território federal.

Museu do Tubarão - Funcionando no NPO - Núcleo de Pesca Oceânica, o Museu do Tubarão possui um variado acervo onde é possível se aprender muito sobre esses animais. E ao final da visita ainda se pode experimentar o famoso Tubalhau, ou bolinho de tubarão, uma deliciosa iguaria local.

Parque de Sant’Ana – localizado acima da praia do Cachorro, é incerta a data de sua construção, embora já apareça em planta de 1789, tendo sido usado pelo destacamento da Marinha no início do século passado, daí também os nomes de Reduto, Arsenal ou Armamento. Sobre suas muralhas os presos salgavam peixes, chamando-o popularmente de Salgueiro, integra atualmente o Terminal Turístico, com feirinhas típicas.

Espaço Cultural Air France – das três edificações datadas de 1927, restou apenas uma que foi restaurada em 1988, abriga a Associação de Artistas e Artesãos Noronhenses, tendo servido de apoio à navegação aérea francesa a partir da década de 20, com a instalação da Compagnie Generale Aeropostale, antecessora da Air France.

Ponte do Século XVIII – situada numa área aprazível denominada Jardim Elizabeth, onde foram feitos experimentos agrícolas em vários períodos históricos, ponte de pedra do século XVIII construída sobre o leito seco do riacho Mulungu, delimitada por monumentais pilastras, com bancos para descanso.



Aldeia dos Sentenciados/Antigo Presídio Feminino – edificação de grandes proporções que ainda não foi objeto de restauração e adequação a novo uso, é o último exemplar do regime carcerário que funcionou na ilha de 1737 a 1938.


Forte de Santo Antônio – sua construção data de 1737, situado perto do Porto, é a primeira das fortificações no Mar de Dentro. Tem a forma de um quadrilátero irregular, montando dez peças, desarmado e abandonado em 1876.



Forte de São José do Morro – considerado o Forte mais conservado, construído numa ilha em frente ao Porto de Santo Antônio, comunica-se com ela por meio de arrecifes por se situar fora da ilha principal.


Forte de São Pedro do Boldró – com formato de um trapézio e acesso por ponte levadiça, construído no século XVIII, fica entre a praia do Americano e a praia do Bode. Atualmente reincorporado aos roteiros turísticos foi, em 1992, objeto de intervenção na linha de Educação Patrimonial.



Forte Nossa Senhora da Conceição – fortificação mais próxima do mar, perto da ilhota da Conceição, data de 1737, tem forma de trapézio. Do final do século passado até 1938 uma parte do Forte foi transformada em hospital.


Forte de São Joaquim do Sueste – guardando a entrada da baía Sueste, tem a forma de um quadrado, foi construído em 1739, restaurado em 1846, hoje bastante danificado.



Forte de São João Baptista dos Dois Irmãos – situado acima do Morro Dois Irmãos, construído em 1737, é a fortificação mais alta em relação ao mar e tem a forma de um trapézio. Por ocasião da II Guerra Mundial parte de seu material foi retirado para a edificação de uma das baterias antiaéreas nas proximidades.


Forte do Bom Jesus do Leão – tem a forma de um pentágono, situado na parte da ilha voltada para a África, construído em 1778, restaurado em 1864, encontra-se atualmente bastante danificado. Dele só restam cerca de 13 peças enterradas na areia e parte dos seus canhões foi retirada e usada em outros locais da ilha.



Forte ou Fortim de Sta. Cruz do Pico – a data de sua construção é incerta mas em meados do século passado, uma avalanche do Morro do Pico o destruiu quase que completamente.


Capela Quixaba – localizada na Vila do mesmo nome ao lado do antigo aldeamento de presos de mau comportamento.



Capela de São Pedro dos Pescadores – pequena capela do século XX, é um verdadeiro mirante que possibilita a contemplação do encontro entre o Mar de Dentro e o de Fora e as ilhas secundárias.


Hotel Esmeralda – próximo ao Boldró, instalado na antiga base americana do Posto de Observações de Teleguiados.



Hotel de Trânsito da Aeronáutica – serviu de residência do governo militar.


Banco Real – restaurado em 1988 para abrigar o estabelecimento bancário da ilha, no prédio funcionava a primeira escola de Noronha.

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